Saudade do menino de riso frouxo, de verdade nos olhos, de jeito tímido com um punhado de extravagância. Do meu pequeno que faz da estrada seu sustento e das nuvens sua paixão. Do responsável pela minha inesgotável fonte de inspiração. E quando chove lá fora e aqui dentro anda tão vazio, falta ele a me trazer o arrepio neste dia que se arrasta. Hoje a saudade tem seu sobrenome. É a memória do sentir que insiste em ficar. Quando você voltar meu pequeno, vamos brincar de demorar? Eu volto, me espera...
Há pessoas que choram por saber que as rosas teem espinho, Há outras que sorriem por saber que os espinhos teem rosas! (Machado de Assis)
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Eu Volto... Me espera...
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