quarta-feira, 27 de março de 2013

RIR PARA NÃO CHORAR.

CONCEDES...

RENUNCIA...

Diz a lenda que Jânio Quadros renunciou à presidência para testar seu poder de fogo. Acreditava que o povo não aceitaria perdê-lo e que eclodiriam manifestações por todo o país implorando pela sua permanência. Desse modo, seu cargo seria mantido com apoio popular e o desgaste político que vinha ocorrendo seria esquecido. Erro brutal de cálculo. A renúncia de Jânio não só foi aceita como foi muito bem-vinda. Ninguém o segurou pelos pés pedindo que ficasse. O truque falhou. Essas renúncias armadas pela vaidade acontecem com muita freqüência entre casais. O cara ou a garota resolve dizer que está insatisfeito com o rumo que a relação tomou e avisa que está saltando fora. No fundo, quer apenas testar o amor do outro, ver o outro desesperado com a ausência iminente e argumentando em favor da continuidade do relacionamento. Às vezes dá certo. Às vezes não. Posso ver a cena: ROSA, acho que todo relacionamento precisa de um mínimo de cuidado, e eu sinto que você está se lixando para o nosso AMOR. Talvez seja a hora de acabarmos tudo. O que ele quer ouvir é:- De onde você tirou essa idéia? Eu sou louca por você, não consigo nem imaginar ficar longe de você. O que está errado? Vamos conversar. Mas o que ele escuta é uma navalhada no ego: Tudo bem, AMOR. É um jogo perigoso. A pessoa que toma a iniciativa de romper tem suas razões para isso, e o faz, quase sempre, com a intenção de terminar tudo mesmo, inclusive torcendo para que não haja reação dramática do outro lado. Mas a aceitação pacífica do final do romance acaba magoando, pois é a prova de que não faremos tanta falta. Rompimentos não devem ser usados como testes de ibope. Se o outro gosta mesmo de você, vai sofrer inutilmente. E se não gosta, quem vai sofrer é você, pois terá dado a ele o álibi perfeito para sair da situação sem culpa. Renuncie só quando estiver mesmo disposto a abandonar o barco. De mentirinha, é um risco que é melhor não correr. (Martha Medeiros)

VIVENDO...

"Nem todos os dias serão de paz, e nem todas as bocas darão beijos. Nem toda mão dará carinho e nem todo coração será pleno de amor. Sei que a vida tem seu lado negro - mas é pela paz que existe no outro lado dela que eu continuo vivendo." (Caio Augusto Leite)

Eu mesma...

Não posso desfazer a história e tampouco apagar os erros. A única coisa possível é continuar apontado o lápis para escrever o restante que ainda falta.

Sentimentos...

Trago no olhar visões extraordinárias De coisas que abracei de olhos fechados... (Florbela Espanca)

Amando...

Que eu possa morrer de amor e, ainda sim, ser discreta. Que eu possa sentir tristeza sem que ela se aposse de toda a minha alegria. E que, se um dia eu for abandonada pelo amor, não deixe que esse abandono seja para sempre uma companhia.

Depois...

Frase pequena mais fala muito de mim, pois vejo muita falacia, muito fogo em mato seco mais a vida me ensinou a identificar esse tipo de situação, e de certo sei bem meus defeitos e virtudes, e só eu sei... "Eu nunca vou desistir de mim." Sabe por que as pessoas são infelizes e irrealizadas? Porque elas deixam muita coisa pra depois; e o "depois" nem sempre vem.

DOR DE AMOR...

Uns com tanto, outros com tão pouco, e eu com a sua ausência. Sete e quarenta da manhã, coloco os pés no chão: primeiro o direito, para não correr o risco do mau-agouro – precaução nunca é demais, afinal, nada é tão ruim que não possa piorar. Olho para o lado esquerdo da cama que você gentilmente dividiu comigo durante esses pares de anos e percebo que a única coisa que ficou daquela nossa vida, na verdade, foi o que não ficou. Eu não tenho tido muita sabedoria para lidar com a inoperância do meu coração. Um coração que tanto bateu, mas que agora só apanha. Um amontoado de músculos atrofiados e caídos de quatro no ringue da vida, enquanto a sua sombra vem e curra tudo por trás. Sem dó, sem lubrificante e com areia. Acho que é por isso que dor de amor dói mais do que qualquer Benzetacil nesse mundo. O calibre de uma agulha introjetando mil coquetéis químicos qualquer veia aguenta. Quero ver aguentar o calibre de um pau que, ironicamente, fode a única parte do meu corpo que eu sempre fiz questão que se mantivesse imaculada – o meu coração. E aí, como se não bastasse tamanho estrago, introjeta nele um misto de bem-querer e de malquerer, uma taça de fermentado seguida de uma dose de destilado, um calor insuportável e depois um frio cortante. E eu fico aqui, metade viva, metade morta, pedindo clemência e um copo d’água. Aqueles quatro cômodos situados à rua dos Operários, número trezentos e quarenta e três, apartamento vinte e nove, aos quais carinhosamente já chegamos a chamar de ninho, também não estão sabendo lidar com o peso da sua partida. A infiltração na parede do nosso quarto aumentou – devem ser os tijolos chorando a sua ausência. Já lavei três vezes a fronha onde você repousava a sua cabeça de segunda a segunda, e ela continua inundada pelas notas cítricas daquele seu perfume inebriante. E por falar em notas, a nossa vitrola, que cantava tão bem, vem desafinando: coloquei “Debaixo dos caracóis dos seus cabelos” e, pela primeira vez na vida, ela engasgou, como se estivesse tentando extravasar um grito ou um choro preso na garganta. E pra não dizer que não falei das flores, aguei duas vezes as violetas na janela essa semana, e elas continuam tão murchas e esquálidas quanto o meu sorriso. Meu corpo, que já teve um nome, bom-humor e amor pra dar e vender, hoje é um estabelecimento de portas fechadas e paredes pichadas com a tinta vermelha da sua indiferença. Aquele par de seios pequenos, porém incrivelmente belos, como você insistia em dizer todas as vezes que fodíamos, hoje pendem leve e tristemente num sinal de luto temporário. As unhas vermelhas que tantas vezes desenharam o mapa do Brasil nas suas costas nuas agora vivem foscas e descascadas. E os braços tatuados que você tantas vezes massageou hoje carregam o peso da sua escolha. Agora é a minha vez. Entre trancos e barrancos, escolho os barrancos. Até que alguém venha, como quem não quer nada, e lá do alto me estenda a mão. E eu segure firme para me levantar. E nós transemos como se não houvesse amanhã. E eu descubra que pau duro é pau duro e é bom em qualquer lugar do mundo. E eu responda a um SMS carinhoso na pouco esperançosa noite de uma quarta-feira. E ele elogie os meus seios com mais entusiasmo do que você. E eu me pegue pensando nele no ônibus a caminho do trabalho. E vivamos mais uma bela e destrutiva história de amor. Mas isso é papo para o próximo capítulo. Por enquanto, sigo fechada para balanço. Até que alguém me balance novamente. Com pesar, Um coração em pedaços. (http://www.casalsemvergonha.com.br)

FELIZ PÁSCOA!

A Páscoa transformou-se, de uma festividade religiosa, para um feriado comercial. As famílias mais se preocupam com o Almoço de Páscoa, do que com o real significado da data. Ao invés de comer e beber tudo o que tem direito, e mais alguma coisa, deveriam aproveitar a reunião familiar para acertar diferenças porventura existentes, procurar no real significado da Páscoa, a meditação, o diálogo em paz. E, principalmente, a harmonia e o perdão, pregados por Cristo. Atualmente o comércio conseguiu transformar TAMBÉM a Páscoa numa festa comercial, com essa idéia, mais se acentuam as diferenças sociais, contrariando os reais preceitos cristãos. Lembrar o que realmente vem a ser a Semana Santa não deve ser necessário, já que todos devem, pelo menos conhecer a saga do martírio de Jesus e sua Ressurreição. O que se pode lamentar é o esquecimento das reais tradições e a conseqüente transformação em mais um feriado comercial. Seria necessário que se fizesse uma reconscientização do verdadeiro significado dessa data. Não haveria a necessidade de se abandonar os novos conceitos que já estão muito arraigados. Mas que apenas nos voltássemos um pouco mais para os verdadeiros significados da data. Procurássemos pensar mais no espírito do que na matéria. Pelo menos agora, na Páscoa, fizéssemos uma tentativa de atingir os ideais de Paz, Amor, Compreensão e, principalmente, Perdão. Claro que não é somente na Páscoa que devemos ter esses pensamentos. Eles deveriam fazer parte de nosso dia a dia. Mas da maneira como o mundo se apresenta, isso é pura utopia. Em tese, a Páscoa poderia ser um pretexto para que ao menos se falasse nisso. O mundo inteiro está em pé de guerra. Se não é guerra fratricida entre irmãos de raça, é guerra religiosa (é o cúmulo, guerreia-se em nome de Deus). Ou então é guerra nas cidades, (com a violência das ruas, vive-se em pé de guerra). Em nosso dia a dia, estamos sempre assistindo cenas de uma violência inaudita. Ultimamente, a maldade humana tem se esmerado em demonstrações de autêntica barbárie... Enfim... assim caminha a humanidade... Pelo menos, então, no recesso de nossos lares, vamos procurar essa comunhão espiritual, ao menos neste dia, procuremos esquecer a violência externa, e, com muita paz no coração, vamos fazer vibrações de amor... para todos. Imaginemos ouvir IMAGINE, a bela música de Lennon... e com muito Amor, muita Paz no coração, prestemos nossa homenagem a Jesus. E com esse ideal em meu coração, espero que todos tenhamos UM LINDO DIA, e que esta Páscoa possa ser o símbolo de um renascimento de humanidade... (Marcial Salaverry)

DE QUE ME SIRVE...

sexta-feira, 15 de março de 2013

VAMOS SORRIR...

VEN MOR...

YA NO ME...

INESQUECÍVEL FLOR...

“Ela será única. Você conhecerá outras pessoas, terá um flash back com a sua ex namorada, terá uma nova namorada, mas ela continuará sendo a sua preferida. Provará outros beijos, se sentirá frustrado, algumas vezes, ao perceber que aquela loira linda da festa não beija tão bem assim. Passará a mão em outros cabelos, alguns mais longos, outros mais curtos, mais cheios, mas de qualquer forma, sentirá falta dos cabelos dela, que de tão pouco se perdiam nos seus dedos. Você sentirá outros perfumes, amadeirados, cítricos, doces, e sentirá falta do cheiro da pele dela, que tinha um cheiro tão bom que te fazia fechar os olhos e suspirar fundo. Você chorará, toda noite, baixinho, sentindo a maior saudade que você já sentiu em toda a sua vida. Olhará para os lados, verá a vida passando, e sentirá uma falta quase mortal da vida que ela te proporcionava todos os dias. Você entenderá que a amava. Você entenderá que a ama. Você entenderá que ela será eterna. E-t-e-r-n-a. Você, ao conhecer outras com o mesmo nome, sentirá um aperto no peito ao dizer que esse nome é lindo, sentirá suas mãos tremerem ao lembrar que dizia que esse seria o nome da filha de vocês. O seu celular, ao tocar, após anos, após milhares de vezes, ainda desejará realizar uma ligação de vocês, aonde ela dirá que ainda te espera, e você dirá que está indo buscá-la, assim como em um texto que um dia ela escreveu. Você irá ler, palavra por palavra de tudo que ela escreveu um dia, e se surpreenderá ao ver que ela suplicava por você. Você se sentirá um idiota. Mas ela, ela continuará sendo única. Ela continuará sendo sua. Você continuará sendo dela. Mas a vida continuará. Ela fará um esforço descomunal para te esquecer, talvez, por alguns anos, ou até que toque a música de vocês, conseguirá. Lembrará de vocês com uma pequena tristeza mas com um grande afeto, assim como ela sempre disse, você ainda será a escolha dela, mas infelizmente, a vida lhe deu outras opções … Reticências, sua vida será repleta delas, assuntos não terminados, desejos não obedecidos, o maior e único amor da sua vida, perdido...

AMANHÃ...

Não são as promessas de para sempre, e muito menos um amor que brotou do nada que vão me convencer a ficar. Palavras que não saem do coração, não me tocam na alma. Esse blá blá blá, dito entre um gole de destilado e outro, não me atrai, nem me motiva a te querer. Entenda bem, sou difícil de manusear, não sou de porcelana, mas vivo me quebrando por aí, minha fala as vezes é rouca e você terá que beber meus medos antes de me tocar. Esqueça essa fala decorada de quem se acostumou a dizer o que algumas mulheres gostam de ouvir. Há muito tempo aprendi a ver nas entrelinhas as tais mentiras por trás das juras eternas. Coloque seu discurso de Don Juan no bolso, comece a ver beleza na poesia, na brisa que me seduz através de algumas linhas, no pôr do sol que rega minhas tardes. Me inale devagar, respire o que você não vê, usufrua do que eu não digo, mas se abasteça do que escrevo, antes de tentar se aproximar. Aprendi a gostar devagar, valorizando detalhes, aceitando diferenças e entendendo que a demora aumenta a vontade de estar junto. Então deixemos pra amanhã, o que pode não ser tão bonito hoje!

terça-feira, 5 de março de 2013

De Que Me Sirve La Vida

ESCUCHA MOR...(02-03-2013)
Estoy a punto de emprender un viaje, Con rumbo hacia lo desconocido. No se si algún día vuelva a verte No es facil aceptar haber perdido. Por mas que suplique no me abandones, Dijiste no soy yo es el destino Y entonces entendi que aunque te amaba Tenia que elegir otro camino. De que me sirve la vida Si eres lo que yo pido, Los recuerdos no me alcanzan Pero me mantienen vivo. De que me sirve la vida Si no la vivo contigo De que me sirve la esperanza Si es lo ultimo que muere Y sin ti ya la he perdido. Escucha bien amor lo que te digo Pues creo no habrá otra ocasion Para decirte que no me arrepiento De haberte entregado el corazon. Por mas que suplique "no me abandones" Dijiste "no soy yo es el destino" Y entonces entendi que aunque te amaba Tenia que elegir otro camino. De que me sirve la vida Si eres lo que yo pido, Los recuerdos no me alcanzan Pero me mantienen vivo. De que me sirve la vida Si no la vivo contigo De que me sirve la esperanza Si es lo ultimo que muere Y sin ti ya la he perdido. De que me sirve la vida Si eres lo que yo pido, Los recuerdos no me alcanzan Pero me mantienen vivo. De que me sirve la vida Si no la vivo contigo De que me sirve la esperanza Si es lo ultimo que muere... Y sin ti ya la he perdido. (CAMILA)